Reestruturação do curso

No ano letivo 2018/2019 teremos pela segunda vez desde a criação do curso uma reestruturação do mesmo tanto em licenciatura como em mestrado. O objetivo desta reestruturação é não só melhor adaptar os conteúdos de cada unidade curricular mas também atualizar os conteúdos lecionados de forma a ensinar tecnologias, métodos e linguagens de programação novas e  mais atuais. Ainda não estão disponíveis todas as informações referentes a esta grande mudança mas ficam aqui algumas das questões respondidas pelo atual diretor de curso Luís Filipe Barbosa.

 

-Estando os casos dos alunos a ser analisados individualmente, quando serão os alunos informados desta decisão?

Os alunos serão informados quando tal for possível. Se não houver informação previamente, cada aluno ficará a saber da aplicação da reestruturação, o mais tardar, aquando da renovação da matrícula. O sistema dos SA já deverá ter implementado o novo plano e aplicado a transição.

 

-Os alunos terão oportunidade de discutir as decisões tomadas e falar individualmente sobre a sua situação?

Se não concordarem com a implementação do plano para o seu caso, sim, podem “reclamar” junto da direção de curso.

 

-Poderão os alunos optar por situações diferentes dentro da mesma gama de equivalências? (Por exemplo um aluno fez a cadeira x. A cadeira x vai deixar de existir. A cadeira x vale 6 créditos e irá dar equivalência a uma das novas unidades curriculares. Tecnicamente o aluno preferia optar por ter a equivalência no segundo semestre já que tem digamos 9 cadeiras e no primeiro semestre só vai ter 5 cadeiras. Pode ele ter essa preferência?)

Não. Não existe preferência por parte do aluno. O plano de transição é definido pela Direção de Curso com base num conjunto de pressupostos que visam garantir um plano adequado (e válido) para cada aluno. No entanto, as soluções podem ser ajustadas individualmente mas sempre sem descaracterizar o plano de transição base.

 

-Um aluno pode ficar retido na universidade mais um ano do que o normal devido a alguma situação mais específica dentro das equivalências?

Em princípio não. Os ECTS que o aluno tem até agora serão reconhecidos (na íntegra) no plano novo. O que pode acontecer é, por causa do ajuste dos ECTS de alguma cadeiras, o aluno ter de fazer mais de 180 ECTS…mas isso nunca deverá implicar a frequência de mais um ano/semestre.

 

-Tendo em conta que vai deixar de existir um background específico de material para várias cadeiras irá continuar a existir algum tipo de acesso a material mais antigo no side referente à unidade curricular que acabou?

Essa parte não consigo confirmar. Como Diretor de Curso, pedirei aos docentes que atualizem no SIDE os conteúdos das UC que mudam de nome para que esse background não se perca. O acesso ao material de UC que deixem de constar do plano de estudos é muito difícil (mas possível).